
Pela primeira vez, foram identificadas variantes genéticas claramente ligadas ao envelhecimento biológico nos seres humanos. O resultado poderá permitir perceber por que é que não somos todos iguais perante a velhice.
Todos temos duas idades – a cronológica (os nossos anos) e a biológica (a idade das nossas células) –, que nem sempre são equivalentes. É por isso que certas pessoas idosas conservam a juventude arterial e mental e outras, mais novas, desenvolvem doenças coronárias ou demências senis. Uma medida dessa idade biológica são os telómeros, umas pequenas sequências genéticas repetitivas situadas nas extremidades dos cromossomas. Os telómeros vão-se encurtando, mais ou menos depressa, à medida que as células se dividem e envelhecem.
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Todos temos duas idades – a cronológica (os nossos anos) e a biológica (a idade das nossas células) –, que nem sempre são equivalentes. É por isso que certas pessoas idosas conservam a juventude arterial e mental e outras, mais novas, desenvolvem doenças coronárias ou demências senis. Uma medida dessa idade biológica são os telómeros, umas pequenas sequências genéticas repetitivas situadas nas extremidades dos cromossomas. Os telómeros vão-se encurtando, mais ou menos depressa, à medida que as células se dividem e envelhecem.
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